Direito Autoral
O conteúdo que você cria pode ser um dos ativos mais valiosos da sua empresa. Desde que esteja juridicamente protegido.
O conteúdo que você cria pode ser um dos ativos mais valiosos da sua empresa. Desde que esteja juridicamente protegido.

Nossa atuação existe para proteger esses ativos, impedir seu uso indevido e garantir que eles continuem gerando valor para quem realmente os criou.
Nossa atuação acompanha todas as etapas relacionadas à proteção e exploração econômica de direitos autorais.
Elaboração, revisão e negociação de contratos relacionados à realidade do mercado digital, incluindo prestação de serviços, coprodução, agenciamento, licenciamento, parcerias estratégicas, desenvolvimento de tecnologia, influenciadores, creators e plataformas digitais.
Elaboramos contratos envolvendo cessão e licenciamento de direitos autorais, produção de conteúdo, desenvolvimento de softwares, criação de obras intelectuais, coproduções, materiais educacionais, cursos, treinamentos, fotografias, vídeos, obras audiovisuais e demais ativos protegidos pela legislação autoral.
Também atuamos na análise de titularidade, negociação de direitos, prevenção de conflitos, notificações extrajudiciais, remoção de conteúdos utilizados indevidamente e representação em disputas administrativas e judiciais envolvendo violação de direitos autorais.
Nossa atuação é orientada para proteger não apenas a criação, mas também sua exploração econômica ao longo do tempo.
Empresas digitais são construídas sobre conhecimento.
Todos os dias novos conteúdos são publicados, cursos são gravados, vídeos são editados, softwares são desenvolvidos e metodologias são aprimoradas.
Na creator economy, o principal ativo de uma empresa costuma ser justamente aquilo que ela é capaz de criar.
O problema é que muitos empresários só percebem isso quando alguém copia seu conteúdo, utiliza sua metodologia sem autorização ou passa a explorar economicamente aquilo que levou anos para ser desenvolvido.
Quando esse momento chega, recuperar o controle costuma ser muito mais difícil do que protegê-lo desde o início.
Grande parte dos conflitos envolvendo direitos autorais não começa com um plágio evidente.
Eles surgem em situações muito mais comuns do que a maioria das empresas imagina.
Um colaborador cria materiais importantes sem que a titularidade esteja claramente definida.
Uma agência produz conteúdos relevantes sem disciplinar quem poderá utilizá-los futuramente.
Um coprodutor acredita possuir direitos sobre um curso desenvolvido em parceria.
Uma empresa licencia determinado conteúdo sem estabelecer limites de utilização.
Vídeos são reutilizados em campanhas diferentes daquelas inicialmente autorizadas.
Treinamentos internos passam a ser comercializados por terceiros.
Métodos próprios são reproduzidos por ex-parceiros.
Materiais desenvolvidos ao longo de anos passam a circular livremente na internet sem qualquer autorização.
Em todos esses casos, o problema normalmente não está apenas na cópia.
Está na ausência de uma estrutura jurídica capaz de definir quem pode utilizar, explorar e obter retorno econômico sobre aquele ativo intelectual.
Na Pagani Law, acreditamos que Direito Autoral não é apenas um mecanismo para reagir ao plágio.
É uma ferramenta para proteger ativos estratégicos.
Empresas digitais não vivem apenas de produtos.
Vivem do conhecimento que produzem.
Da autoridade que constroem.
Da criatividade aplicada aos seus serviços.
Das metodologias que desenvolvem.
Dos conteúdos que educam seu mercado.
Tudo isso representa patrimônio.
Por isso, antes de analisar qualquer conflito, buscamos compreender como aquele ativo participa da estratégia da empresa, quem efetivamente contribuiu para sua criação e quais relações precisam ser protegidas para preservar seu valor econômico.
Nosso objetivo não é apenas impedir utilizações indevidas, é garantir que a propriedade intelectual permaneça gerando valor para quem a desenvolveu.
Quem está por trás da Pagani Law
Há mais de uma década acompanhando de perto a evolução dos negócios digitais, Guilherme Pagani construiu sua carreira assessorando empresas cuja principal vantagem competitiva está na criatividade, na inovação e na propriedade intelectual.
Sua atuação reúne especialização em Direito Empresarial, Propriedade Intelectual, Direito Digital e visão estratégica de negócios para oferecer soluções compatíveis com a dinâmica da nova economia.
Pós-graduado em Direito Empresarial pela FGV, especialista em Propriedade Intelectual pela Universidade de Lisboa e qualificado em Direito Marcário pelo Chartered Institute of Trade Mark Attorneys (CITMA), do Reino Unido, participou da estruturação e proteção de centenas de marcas, contratos e operações empresariais, assessorando desde empresas em fase de crescimento até alguns dos principais players do mercado digital.
Mais do que conhecimento técnico, sua atuação parte da convicção de que uma boa assessoria jurídica começa pela compreensão do negócio. Antes de analisar um contrato, registrar uma marca ou definir uma estratégia, busca entender como a empresa gera valor, quais ativos sustentam seu crescimento e quais desafios fazem parte da rotina da operação.
É essa proximidade que permite desenvolver soluções jurídicas personalizadas, participar das decisões importantes e construir relações de longo prazo baseadas em confiança, estratégia e visão de negócio.
Sim. Cursos, apostilas, apresentações, vídeos, materiais didáticos e demais conteúdos originais podem ser protegidos pela legislação autoral, desde que preencham os requisitos legais.
Dependendo da forma como está estruturada e materializada, determinados elementos relacionados à metodologia podem receber proteção jurídica. Cada caso exige uma análise individual.
Não necessariamente. No Brasil, a proteção autoral nasce com a criação da obra. Entretanto, em determinadas situações, mecanismos de registro e produção de prova podem ser importantes para fortalecer a demonstração de autoria. Já defendemos casos onde o registro autoral foi fundamental para que a vítima de um plágio pudesse ter seus direitos garantidos judicialmente.
Depende da forma como a relação jurídica foi estruturada. Questões relacionadas à titularidade e à exploração econômica devem ser disciplinadas contratualmente para reduzir riscos futuros.
Cada situação exige uma estratégia específica. Dependendo do caso, podem ser adotadas medidas extrajudiciais, notificações, pedidos de remoção de conteúdo, negociações ou medidas judiciais para proteger os direitos do titular.
Não. Embora ambos integrem a Propriedade Intelectual, protegem ativos diferentes e possuem regras próprias. Em muitos negócios, inclusive, é recomendável utilizar ambos de forma complementar.
Sim. Representamos clientes em conflitos relacionados ao uso indevido de obras intelectuais, plágio, exploração econômica não autorizada, violação de contratos envolvendo direitos autorais e demais conflitos relacionados ao tema.
Ainda não encontrou a resposta que precisa? Envie sua pergunta e responderemos pessoalmente, geralmente dentro de um dia útil.
Proteger esse patrimônio significa preservar não apenas direitos, mas também a vantagem competitiva construída ao longo dos anos.
Se sua empresa produz conhecimento, desenvolve conteúdo ou depende da propriedade intelectual para crescer, será um prazer compreender sua operação e construir a estratégia jurídica mais adequada para proteger aquilo que torna seu negócio único.